06/08/2021 iGUi Ecologia

É muito embaraçoso para um país saber que um animal da sua fauna foi extinto da natureza. E, para nossa infelicidade isso aconteceu aqui no Brasil. Foi o caso da ararinha-azul (Cyanopsitta spixii). Essa ave mede entre 55-60 centímetros de comprimento, possui uma envergadura (asa aberta/ponta da asa até a outra ponta) de 1,20 metros e pode pesar de 286 a 410 gramas. Destaca-se pela plumagem com vários tons de azul. O bico é inteiramente preto e os pés são marrom-escuros a pretos. Ela vivia principalmente na região norte da Bahia. Em 2000 foi decretada extinta da natureza pelo Ministério…

04/08/2021 iGUi Ecologia

Quem nunca utilizou uma Havaianas nos pés? Não tem como negar que esse calçado revolucionou as sandálias, fazendo sucesso aqui no Brasil e no exterior. Mas o que fazer quando as Havaianas já fizeram o seu papel e não é mais possível a sua utilização? Para isso, as Havaianas iniciaram um programa de logística reversa (https://www.iguiecologia.com/logistica-reversa/ ) no qual a finalidade é recolher as sandálias usadas e proporcionar o descarte adequado de cada par. Para isso a marca fez uma parceria com a TrashIn, uma empresa que é especializada na gestão de resíduos, ou seja, ela evita que muitos resíduos…

30/07/2021 iGUi Ecologia

Esse ano fomos surpreendidos pela notícia de um frio intenso que atingiria o sul e sudeste do Brasil, sendo considerado um dos invernos mais rigorosos. Mas um outro um país que está acostumado a temperatura baixíssimas está vivendo dias de intenso calor, como por exemplo o Canadá. Já conversamos muito sobre isso em https://www.iguiecologia.com/aquecimento-global/ . Mas essas diferenças de temperaturas estão se tornando preocupantes. No Canadá, pesquisadores da Universidade de British Columbia, na costa oeste do país, estimam que a onda de calor recorde no início do mês de julho possa ter matado mais de um bilhão de animais costeiros…

26/07/2021 iGUi Ecologia

Cyclocoeloma tuberculata, é um caranguejo-aranha que é conhecido como caranguejo decorador. A razão disso é porque ele possui o hábito de fixar animais, como as anêmonas e corais em sua carapaça. Esse hábito constitui uma excelente defesa contra predadores, pois seu principal predador é o polvo, que é muito sensível as toxinas das anêmonas. Deste modo as anêmonas se alimentam do resto da refeição dos caranguejos e ainda os protegem de seus predadores. Outro caranguejo que tem o mesmo comportamento é o ermitão. Mas o que acontece com a anêmona quando o ermitão troca de concha? O ermitão tira as…

23/07/2021 iGUi Ecologia

Você sabia que a bucha natural (Luffa sp) é uma fruta de uma planta trepadeira alta? Essa planta foi primeiramente utilizada no século 16, quando botânicos europeus foram apresentados à planta a partir de seu cultivo no Egito. Na literatura botânica europeia, a planta foi descrita pela primeira vez por Johann Veslingius em 1638, que a chamou de “pepino egípcio”. Veslingius também introduziu o nome “Luffa”. A fruta, de aproximadamente 30 cm de comprimento, se assemelha a um pepino em forma e tamanho. Devido às suas flores amarelas marcantes, Luffa cylindrica é ocasionalmente cultivada como ornamental. A fruta jovem é…

19/07/2021 iGUi Ecologia

A surucucu (Lachesis muta) é a maior cobra venenosa da América do Sul, com mais de três metros de comprimento. Sua distribuição geográfica no Brasil se dá na Amazônia e na Mata Atlântica desde a região Nordeste até o estado do Rio de Janeiro. O nome “muta”, originário do latim, significa “mudo”, referindo-se ao fato dessa espécie se assemelhar à cascavel (Crotalus durissus), mas sem ter chocalho na ponta da cauda. Ocorre em baixas densidades populacionais, em áreas florestadas e, em estudos epidemiológicos regionais, costuma ser responsável por 0,3% a 4,3% das picadas de cobra. A raridade desta espécie também…

16/07/2021 iGUi Ecologia

No Oceano Indico, pesquisadores da Universidade de Southampton, na Grã-Bretanha, conseguiram registrar imagens impressionantes do fundo do oceano, locais que consideramos muito inóspitos. Eles estudam as aberturas de vulcões submarinos, localizados na Cadeia de Montanhas Submarinas do Sudoeste Índico, com a ajuda de um robô. Esses locais são conhecidos como regiões extremamente quentes, porém podem abrigar ecossistemas variados. Lá foram encontrados moluscos, crustáceos, mexilhões e outras criaturas. Em seguida, eles compararam estas criaturas com as encontradas em respiradouros vulcânicos de cadeias submarinas vizinhas, pois nessa área o que chamou a atenção foi a existência de uma atividade vulcânica menor do…

14/07/2021 iGUi Ecologia

Nos já falamos aqui sobre várias piscinas, mas essa em Dubai é sem dúvida a mais interessante. Mostramos anteriormente uma piscina considerada a maior do mundo ( https://www.iguiecologia.com/piscina-mais-funda-do-mundo/ ). Mas essa em Dubai superou a profundidade e a criatividade. As pessoas podem descer 60 metros até uma paisagem semelhante a uma cidade submersa, no qual é possível andar de bicicleta, jogar sinuca e explorar os mais diversos ambientes. Ela ainda conta com som ambiente e iluminação especial. Para aqueles que preferem fazer o mergulho livre, sem a utilização do tanque de ar, existem duas salas cheias de ar dentro da…

09/07/2021 iGUi Ecologia

Aqui na região dos lagos, no Rio de Janeiro, encontramos um réptil endêmico do estado do Rio de Janeiro, a Lagartixa-da-areia (Liolaemus lutzae). Ela vive nas restingas dos seguintes municípios: Cabo Frio, Arraial do Cabo, Araruama, Saquarema, Maricá e no Rio de Janeiro. A restinga é um termo utilizado para definir as diferentes formações de vegetais estabelecidas sobre solos arenosos que ocorrem na região da planície costeira, ou seja região de praia. O estado de conservação de cada população variou entre as áreas: a população de Grumari, no município do Rio de Janeiro, é a mais preservada e a população…

02/07/2021 iGUi Ecologia

Estamos há 3 meses com um tamanduá-mirim em tratamento no centro de reabilitação e um dos tratamentos que utilizamos para a cicatrização da sua extensa ferida foi a utilização de açúcar cristal. E, ele melhorou muito depois disso! Mas você deve estar se perguntando se eu não estou ficando doida por utilizar açúcar na ferida? Não, essa técnica era utilizada por cirurgiões egípcios, que já tratavam feridas com mel e unguento no ano 1700 a.C., segundo relatos. Mas a prática vinha sendo utilizada sem uma comprovação científica até o Dr. Moses Murandu, da Universidade de Wolverhampton, no Reino Unido, obteve…