30/03/2020 iGUi Ecologia

A orientação da quarentena devido ao Covid-19 é ficar em casa e isso inclui os carros e ônibus também nas garagens, causando uma diminuição da emissão de poluentes atmosféricos. Desta maneira, a qualidade do ar também melhora e, consequentemente, respiramos melhor. A Nasa mostrou, por imagens, a diferença das emissões de gases poluentes na China, principalmente o dióxido de nitrogênio (NO2), em janeiro e fevereiro, quando as pessoas estavam em casa. Na Itália, inúmeras imagens dos canais de Veneza mostraram águas cristalinas, pois não há barcos transitando na região. Infelizmente, sabemos que ao final dessa pandemia, tudo vai voltar aos…

27/03/2020 iGUi Ecologia

Um trabalho publicado recente na revista Science of the Total Environment, “Valuation of banana peels as an effective biosorbent for mercury removal under low environmental concentrations” (Avaliação de cascas de banana como um biossorvente eficaz para remoção de mercúrio sob baixas concentrações ambientais), traz um estudo sobre o uso de cascas de banana como biossorvente (processo no qual se utiliza sólidos de origem vegetal ou micro-organismos na retenção, remoção ou recuperação de metais pesados de um ambiente líquido) de mercúrio em diferentes soluções aquosas. O estudo foi realizado por uma equipe de pesquisadores de Aveiro, Portugal. A capacidade de cascas…

24/03/2020 iGUi Ecologia

Hoje vamos abordar uma ave bem interessante…. o colhereiro. O colhereiro é uma ave pelecaniforme da família Threskiornithidae, seu nome científico (Platalea ajaja) significa: do (latim) platalea = bico em forma de colher (origem do grego platea = largo); e do (tupi) ayayá ou ajajá Colhereiro rosado, ou seja, ave rosada com bico em forma de colher. Essa ave pesa 1,150 a 1,4 Kg e mede entre 68,5 e 86,5 centímetros de comprimento. A coloração das penas da ave é rosa sendo em algumas partes mais fortes do que outras, pois o pescoço, peito e a parte superior são mais…

20/03/2020 iGUi Ecologia

Descrevendo os animais da região dos lagos, no estado do Rio de Janeiro, sede da iGUi Ecologia, encontramos uma ave bem pequena (13,5 centímetros e pesando 20 gramas), mas com um canto bem forte e estalado, e que toda a tarde vem se alimentar perto de nós. Estamos falando do canário-da-terra-verdadeiro! Seu nome científico significa: do (grego) sikalis, sukallis ou sukalis = pequeno; (Latim) flaveola, flaveolus diminutivo de flavus = amarelo ou amarelinho. É uma espécie que se alimenta de sementes, possuindo um bico eficiente em esmagar e separar as sementes. Seus ninhos são cobertos em forma de cesta, podendo…

16/03/2020 iGUi Ecologia

Dando continuação aos animais da Região dos Lagos, no estado do Rio de Janeiro, sede da iGUi Ecologia, vamos mostrar o macaco/sagui encontrado na região. Em sites especializados como o do ICMBio esses animais, que vamos descrever, são encontrados somente no interior do Brasil, mas precisamente no cerrado central, nos estados da Bahia, Minas Gerais, Goiás, Piauí, Maranhão e norte de São Paulo, mas encontramos por aqui também devido a introduções feitas pelo homem. Falaremos do sagui-de-tufo-preto (Callithrix penicillata)! Ele tem coloração escura na cabeça com uma mancha branca na testa, são super adaptáveis e habitam áreas de florestas que…

13/03/2020 iGUi Ecologia

A sede da iGUi Ecologia está situada na região dos lagos, no estado do Rio de Janeiro, e com isso vamos fazer uma série de textos sobre os animais dessa região… Vamos falar sobre o pernilongo-de-costas-brancas (Himantopus melanurus)! Calma, não é um inseto, é uma ave família Recurvirostridae. Seu nome científico significa: do (latim) himantopus = pássaro pernalta; com origem no grego himas, himantus = tira, correia; e pous = pé; e do (grego) melanurus com cauda preta, Pássaro pernalta com cauda preta. É uma ave que mede 38 centímetros de comprimento e são migratórias. Os jovens apresentam coloração semelhante…

12/03/2020 iGUi Ecologia

A importância dos mangues é extremamente vasta. Já fizemos vários textos relacionados a esse tema ( Manguezais: sua importância nas mudanças climáticas (jul/19) e Manguezal (jun/2016) ) Porém o instituto de pesquisa holandesa Deltares foi além. Eles fizeram um experimento no qual é possível verificar a importância da vegetação em relação ao impacto das ondas (veja o vídeo A importância dos Mangues contra ondas). Devido as suas raízes aéreas, a vegetação dos mangues absorve o impacto das grandes ondas, isso faz com que o solo permaneça preservado, não ocorrendo erosão e evita, ao mesmo tempo, o aumento da velocidade das…

06/03/2020 iGUi Ecologia

O nome Mudança Climática é o nome que se dá ao conjunto de alterações nas condições do clima da Terra. Estas variações dizem respeito a mudanças de temperatura, precipitação, nebulosidade e outros fenômenos climáticos em relação às médias históricas, podendo ser causadas por fontes naturais ou por fontes antrópicas (Homem). As causas naturais podem ser devido a radiações solares, a movimentos orbitais da Terra, El Niño e La Niña, vulcanismo entre outros e as causas antrópicas…. bem, a lista é grande, mas vamos lá: queima de combustíveis fósseis (derivados do petróleo, carvão mineral e gás natural) para geração de energia,…

02/03/2020 iGUi Ecologia

O pangolim é um mamífero que vive na Ásia e África. Possui corpo recoberto de escamas bastante características, o que se assemelha ao nosso tatu. Mas também pode ser chamado de “tamanduá escamoso”, pois se alimentam principalmente, de cupins e formigas, que captura com sua língua longa e pegajosa. Existem oito espécies de pangolim, são elas: Pangolim-indiano (Manis crassicaudata) Pangolim-chinês (Manis pentadactyla) Pangolim-filipino (Manis culionensis) Pangolim-malaio (Paramanis javanica) Pangolim-gigante (Smutsia gigantea) Pangolim-comum (Smutsia temmincki) Pangolim-arborícola (Phataginus tricuspis) Pangolim-de-cauda-longa (Phataginus tetradactyla) Esses animais podem ser pequenos pesando somente 1,6 kg ou podem ser bem pesados chegando a pesar 33kg. Sua coloração…

28/02/2020 iGUi Ecologia

Muitos devem estar se perguntando, por que fazer um berçário de corais na Jamaica? Pois bem, o motivo é porque só resta 1/6 da cobertura original de corais no mar do caribe, segundo a Global Coral Reef Monitoring Network. Na Jamaica, após alguns desastres naturais e antrópicos (causados pelo Homem) os corais tiveram uma redução de 85%. Muitos cientistas chegaram a dizer que a maioria dos corais seriam substituídos por algas marinhas. Porém, graças ao projeto de reflorestamento marinho desenvolvido pelo biólogo Andrew Ross, os corais estão se recuperando. Ele trabalha na Seascape Caribbean (https://www.seascapecarib.com/) e o trabalho se baseia…