14/05/2015 iGUi Ecologia

HISTÓRICO DA RESERVA BIOLÓGICA DO ATOL DAS ROCAS Devido a sua formação desprovida de rochedos que pudessem ser vistos pelas embarcações, Atol foi local de muitos naufrágios. Visando resolver esse problema, em 1881 avaliaram a instalação de um farol na região e em 1883 passou a funcionar um farolete, o que auxiliou na redução dos desastres. Com o tempo, o farol foi sendo substituído e modernizado evitando os acidentes. Inicialmente, o funcionamento do farol era manual, devendo ser ligado todas as tardes e apagado ao amanhecer. Assim, foi necessária a instalação de uma família para cuidar do mesmo. Em 1887…

14/05/2015 iGUi Ecologia

ANIMAIS DA RESERVA BIOLÓGICA DE ATOL DAS ROCAS A Reserva Biológica de Atol das Rocas é reduto de grande diversidade de espécies. Estima-se que cerca de 150 mil aves vivam na Reserva, sendo a maior colônia de aves marinhas do Brasil. Há espécies que utilizam Atol para reprodução, como Trinta-réis-do-manto-negro (Onychoprion fuscata), Viuvinha-marrom (Anous stolidus), Viuvinha-negra (Anous minutus), Atobá mascarado (Sula dactylatra) e Atobá marrom (Sula leucogaster). Já outras usam Rocas como ponto de descanso e alimentação, como o atobá-do-pé-vermelho (Sula sula) que pode permanecer durante sua juventude e os maçaricos que veem descansar e acumular energia por serem aves…

14/05/2015 iGUi Ecologia

CURIOSIDADES SOBRE O ATOL DAS ROCAS E DAS TARTARUGAS MARINHAS! Você sabe como é a areia do Atol das Rocas? A areia de Rocas é do tipo biogênica, ou seja, formada por estruturas de organismos e não diretamente minerais. Os organismos que contribuem para a formação da areia são: algas, corais, esponjas, tubos de poliquetas, moluscos e foraminíferos (protozoários marinhos). As praias de Ubatuba, no litoral norte do Estado de São Paulo por exemplo, são constituídas basicamente pelo mineral sílica. Você sabia que o ninho tem formato de vaso e possui cerca de 60 cm de profundidade? Em seu interior…

14/05/2015 iGUi Ecologia

MUDANÇA DE EQUIPE! Neste final de semana ocorreu a mudança de equipe. Daniela e Vanessa retornaram e entraram mais duas integrantes para esse mês – abril. Gostaríamos de deixar nosso agradecimento a essas duas pesquisadoras que enfrentaram muitas chuvas entre outros problemas, para darem suas preciosas contribuições para a nossa expedição… obrigada! Nesta segunda parte da expedição contaremos com a participação de duas pesquisadoras: MSc. Luciana Filippos e MSc. Natália Roos. Luciana é graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, mestre em poluição marinha pelo Instituto de Geociências da USP e especialista em Educação ambiental pelo Senac, já atuou…

14/05/2015 iGUi Ecologia

 E OS FILHOTES VOLTAM A NASCER…..! Mesmo após um forte swell, com grandes ondas que destruíram muitos ninhos, alguns filhotes de tartarugas conseguiram vencer mais esse obstáculo. A equipe estava monitorando a praia pela manhã quando foram surpreendidas por um único filhote de tartaruga-verde. A equipe ficou ao lado dele até o mesmo encontrar o mar e seguir seu destino. Leitura de microchi. Nesta mesma manhã, outra fêmea adulta foi avistada. Ela havia perdido a hora da maré e só poderia voltar para o mar na próxima maré alta. Neste caso nossa equipe aproveitou para fazer a leitura do microchip…

23/04/2015 iGUi Ecologia

O TEMPO NÃO ESTÁ AJUDANDO…..! Nesta semana a chuva não deu trégua para o nosso trabalho no Atol das Rocas. Choveu praticamente todos os dias desde a chegada da nova equipe. E de noite, com chuva e vento os trabalhos ficam mais difíceis ainda. Muitas tartarugas fizeram o que chamamos de meia lua, sobem, mas não desovam…. Você sabia que as tartarugas fazem uma “cama” para elas desovarem? Após a subida na praia a tartaruga escolhe o local para fazer a sua cama, que dura aproximadamente meia hora, depois disso começa a cavar o ninho com as nadadeiras traseiras, formando…

23/04/2015 iGUi Ecologia

MUDANÇA DE EQUIPE! Neste final de semana ocorrerá a mudança de equipe. Victor Roncaglione irá retornar e entraremos com duas integrantes para esse próximo mês. Gostaríamos de deixar nosso agradecimento a ele por participar da nossa expedição… obrigada Victor! Nesta segunda parte da expedição contaremos com a participação de duas pesquisadoras: Daniela Bueno Mariani e Vanessa Francieli Schmitt. Daniela possui graduação em Medicina Veterinária pela Universidade Metodista de São Paulo. Atualmente realiza o seu mestrado no curso de Ciências Veterinárias na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) na área de Patologia Animal e é pesquisadora associada da Fundação Mamíferos Aquáticos…

23/04/2015 iGUi Ecologia

BOAS NOTÍCIAS…. As tartarugas marinhas que foram microchipadas estão retornando ao Atol! Na época de desova elas voltam a cada 15 dias para realizar uma nova postura. Em cada desova a tartaruga coloca em média 120 ovos. Elas podem realizar cerca de 3 a 7 posturas por temporada de reprodução. Os ovos levam quase 2 meses para eclodirem… Como podemos ver nas fotos estamos trabalhando com uma tartaruga durante o dia. Isso acontece, pois algumas tartarugas perdem o tempo da maré de retornar para o mar e ficam na praia até uma nova maré cheia para que assim possam retornar…

23/04/2015 iGUi Ecologia

Como saber se a época reprodutiva das tartarugas marinhas já começou no Atol das Rocas? Simples, ao andar na areia nos deparamos com um rastro semelhante ao de pneu de trator. Os meses que podemos visualizá-los vão de dezembro a junho, somente nas ilhas oceânicas local onde há predominância de desova de tartaruga-verde (Chelonia mydas). No continente esse período vai de setembro a março, porém com as demais espécies de tartarugas. Cada tartaruga tem um tipo de rastro e o que vemos ao lado é um rastro de tartaruga-verde. Porém nos últimos dias, o Atol foi atingido por um forte swell…

23/04/2015 iGUi Ecologia

Apesar do nosso projeto sobre tartarugas marinhas estar focado somente em tartarugas-verdes, uma outra espécie também visita as águas do Atol das Rocas, trata-se da Eretmochelys imbricata conhecida popularmente como tartaruga-de-pente. O nome popular se deve ao fato de que o animal possui uma bela carapaça contendo placas córneas que serviam de matéria prima para confecção de ornamentos, tais como: aros de óculos, cigarreiras e pentes. Por este motivo muitos indivíduos foram caçados e mortos indiscriminadamente, fato este que levou a espécie a ser considerada criticamente em perigo. No Atol das Rocas são encontrados indivíduos juvenis que permanecem ali para se alimentar,…