15/03/2016 iGUi Ecologia

Neste mês de janeiro, conversamos com Cristina Bonfiglioli, professora e pesquisadora da USP, sobre algumas questões relacionadas à realização da vigésima primeira Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre a Mudança Climática (COP21), entre 30 de novembro e 11 de dezembro de 2015, em Paris, na França. O Acordo de Paris é um tratado no âmbito da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC – sigla em inglês de United Nations Framework Convention on Climate Change), que rege medidas de redução de emissões de gases de efeito estufa, dentre eles, o dióxido de carbono…

12/03/2016 iGUi Ecologia

PREDAÇÃO POR CARANGUEJOS Nesta semana houve troca de equipe…Luciano voltou ao continente e foi substituído pela médica veterinária Carolina Jorge. Gostaríamos de deixar o nosso muito obrigada ao Luciano por toda a ajuda na ReBio Atol das Rocas. A Carolina é formada em Medicina Veterinária pela UVV no ES e pós-graduada pelo Instituto Qualittas. Ela trabalha há 5 anos em projetos de monitoramento de praia. Atualmente é a medica veterinária do Promontar em Angra dos Reis. Seja bem vinda Carol. Enquanto isso, A Karoline Ferreira dobra a temporada para ajudar nos trabalhos de campo! Nos últimos dias, aqui na Reserva…

07/03/2016 iGUi Ecologia

A água é um elemento essencial para as plantas. Ela é fundamental para todos os processos do metabolismo dos vegetais como reprodução, fotossíntese, crescimento e etc.. Então como as plantas presentes em regiões áridas conseguem sobreviver? Nas regiões áridas o clima é caracterizado por baixa e irregular precipitação(chuva), com menos de 250 mm e temperaturas elevadas (30 – 50° C). Nesses ambientes a sobrevivência das plantas depende da combinação de características morfológicas, anatômicas e fisiológicas que se refletem na capacidade de absorver água, reduzir sua perda e suportar a desidratação. As principais características de plantas presentes nesse ambiente são: Raízes…

06/03/2016 iGUi Ecologia

Durante as últimas décadas, vários esforços têm sido conduzidos ao redor do mundo visando a preservação de espécies de tartarugas marinhas. O trabalho de conscientização vem levando a que mais e mais pessoas deixem de abater as tartarugas por sua carne ou depredar os ninhos em busca dos ovos. Apesar do sucesso dessas iniciativas, outras atividades antrópicas vêem impactando as populações de tartarugas marinhas, tais como pesca incidental por redes, degradação das áreas naturais de alimentação, veículos automotivos circulando pelas praias, urbanização das áreas de desova etc. Em áreas costeiras onde há grande circulação de embarcações, são comuns colisões com…

01/03/2016 iGUi Ecologia

No Brasil existem várias cidades brasileiras abastecidas com água naturalmente aquecidas. Mas como isso é possível? As águas termais, como são conhecidas as águas que saem diretamente da fonte em temperaturas elevadas (maior do que a temperatura do corpo humano), são aquecidas por dois fatores naturais: vulcanismo ou gradiente geotérmico. O aquecimento da água por vulcanismo ocorre em áreas próximas de vulcões ativos onde o aquecimento da água é feito pelo contato da água com o magma ou com pedras aquecidas. O grande perigo nesse caso é que as temperaturas podem chegar perto de 100°C. As fontes termais existentes no…

22/02/2016 iGUi Ecologia

Os rios voadores são cursos de água atmosféricos, formados por massas de ar carregadas de vapor d’água, que podem ou não estar acompanhados por nuvens e são empurrados pelos ventos. Vamos falar dos rios voadores que se formam na Amazônia e se dispersam por todo o continente Sul-Americano. A origem dos rios voadores da Amazônia é no Oceano Atlântico, de onde a água evapora e é empurrada até a Amazônia pelos ventos Alísios (são os ventos que sopram constantemente dos trópicos para o equador, em baixas altitudes). A quantidade de água que chega na Amazônia é da ordem de 200…

21/02/2016 iGUi Ecologia

A Reserva Biológica (ReBio) do Atol das Rocas é um dos locais do litoral brasileiro que primeiro ofereceu refúgio livre da predação humana às tartarugas marinhas. A própria criação da reserva foi fortemente influenciada pela necessidade de protegê-las. Das 7 espécies de tartarugas marinhas, 5 habitam os mares brasileiros e duas ocorrem no atol e suas imediações: a tartaruga-de-pente (Eretmochelys imbricata) e a tartaruga-verde (Chelonia mydas). A primeira utiliza o local apenas como área de alimentação, enquanto a segunda nidifica nas ilhas. A tartaruga-verde é o foco do nosso trabalho. É a segunda maior espécie entre as tartarugas marinhas –…

21/02/2016 iGUi Ecologia

Apesar da pouca distância marítima entre o Atol das Rocas e o continente Sul-Americano (270 km de Natal-RN), esse conjunto recifal era pouco mencionado nas rústicas cartas náuticas do século XVI. Além disso, a conformação do atol, com rochas pouco maiores que a altura de uma pessoa, não facilita a visualização durante a navegação, e levou à ocorrência de frequentes naufrágios. Mesmo com a crescente menção ao atol nos documentos náuticos ao longo dos anos, o número de acidentes intensificou-se devido ao aumento da frota mercante entre a América do Sul e a Europa. Vários naufrágios deixaram destroços que podem…

15/02/2016 iGUi Ecologia

Famoso pela elevada quantidade de sal nas suas águas, o mar Morto na verdade é um lago de água salgada também chamado de Lago Asfaltite. Situado no Oriente Médio, no interior da Palestina, é um lago pequeno com 82 Km de comprimento e 18 km de largura (a título de comparação, o mar Cáspio, maior lago do mundo, tem 1200 km de comprimento e 450 km de largura). O mar Morto é o local de maior salinidade do mundo, próximo a 35%, enquanto no oceano o grau de salinidade é em torno de 5%. Por esse motivo nenhum animal ou…