21/05/2021 iGUi Ecologia 0Comment

Desde março de 2020, por causa da pandemia, vivemos um dia a dia bem diferente do que estávamos acostumados. Em uma semana era possível ir ao restaurante e na outra já não poderíamos ir.

Tivemos que cozinhar mais em casa, inventar comidas diferentes para as crianças, enfim, nossa culinária mudou. Mas tem aqueles, como eu, que gostam muito de pedir a refeição em casa! E aí vem um problema para o meio ambiente.

Quando a refeição chega verificamos que ela é armazenada em isopor para que seja possível manter a temperatura. Mas, e depois? Como é feito o descarte desse material? Infelizmente não são todos os locais de coleta seletiva que conseguem reciclar o isopor…

Mas, e se esse isopor fosse de mandioca? Se fosse 100% compostável e que virasse adubo em até 90 dias? Ou até que consumisse na sua produção 100 vezes menos água comparado ao plástico e 480 vezes em relação ao papel!!

Felizmente esse material existe!!

A empresa responsável por esse produto, Já Fui Mandioca, utiliza a fécula (qualquer substância farinácea, extraída de tubérculos, raízes ou grãos ricos em amido) da mandioca brava plantada por pequenos produtores que não tenha como finalidade a alimentação.

A mandioca brava é destinada para a indústria, como a têxtil e de fabricação de cola, porque ela é tóxica na alimentação. Esse material se decompõe em 20 dias, caso queira colocar até no jardim de casa, pois o produto dissolve em contato com a água.

Empresas que se preocupam com a causa ambiental e querem associar suas marcas a um conceito sustentável podem procurar essas embalagens que utilizam a fécula de mandioca brava, matéria-prima escolhida por ser renovável e brasileira!

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